terça-feira, maio 13, 2008

BBDC4




Papel rompeu canal de baixa!
Promete !

Atento a entrada se houver pull back na LTB!

segunda-feira, maio 12, 2008

RSID3




Papel Promete...

Formando um possivel mastro e bandaeira que eh confimado no rompimento de 20,21

Gatilho
Entrada via TTE na maxima do terceiro candle de queda...

Targets
1 - R$ 20,00
2 - R$ 20,20
3 - R$ 20,95
4 - R$ 21,70

MAGG3 - "Vulgo Deus"




Ação do capeta...


Nunca vi igual...


Parace estar completando um mastro e bandeira

Objetivos:
1 - R$ 20,00
2 - R$ 20,64
3 - R$ 22,00

Agenda da Semana

Segunda-feira (12/5)

- Brasil

07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) divulga o IPC referente à primeira quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresenta a Pesquisa Industrial de Emprego e Salário de março, que produz indicadores relativos ao comportamento do mercado de trabalho no setor industrial.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à primeira semana de maio, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

- EUA

15h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados mensais do Treasury Budget (orçamento governamental) do mês de abril.



> Terça-feira (13/5)

- Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

- EUA

9h30 - Destaque para o indicador Retail Sales referente ao mês de abril, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

9h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de abril. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

11h00 - O Business Inventories descreve o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês março.



> Quarta-feira (14/5)

- Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.

- EUA

9h30 - Destaque para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de abril.

11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.


> Quinta-feira (15/5)

- Brasil

08h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de maio. O índice, que é formado por um conjunto de indicadores de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

O IBGE publica a Pesquisa Mensal do Comércio referente ao mês de março, relatório responsável por medir a evolução da atividade comercial no Brasil.

- EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - O Fed de Nova York divulga o NY Empire State Index de maio, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

10h00 - Será apresentado o Net Foreign Purchases de março, que mede as compras líquidas de ativos norte-americanos por parte de estrangeiros.

10h15 - Atenção aos números do setor industrial do mês de abril, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

11h00 - O Fed da Philadelphia divulga o Philadelphia Fed Index de maio, responsável por mensurar a atividade industrial no estado.


> Sexta-feira (16/5)

- Brasil

8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

- EUA

9h30 - Serão apresentados os dados do setor imobiliário referentes ao mês de abril, através dos índices Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas.

11h00 - A Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de maio, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

JBSS3 + Pactual

Preferências

A instituição ressalta que ainda mantém a preferência pelos ativos da Perdigão aos da Sadia, afirmando que a primeira oferece um prêmio superior à segunda em função das sinergias ainda a serem capturadas da fusão com a Eleva.

Contudo, vale lembrar que, dentro do setor alimentício, o UBS escolhe as ações ordinárias da JBS Friboi (JBSS3) como top pick.


Fonte: Info Money

Lucro líquido trimestral da Petrobras supera projeções, e fica em R$ 6,9 bilhões

A Petrobras (PETR3, PETR4), maior empresa brasileira em valor de mercado, registrou no primeiro trimestre de 2008 um lucro líquido de R$ 6,925 bilhões, montante 68% superior ao reportado no mesmo período de 2007.

Segundo a estatal, este resultado foi impactado pela redução das despesas operacionais e pelo efeito positivo decorrente da menor apreciação do real no trimestre, além de um aumento na produção de petróleo e gás natural e elevação no preço do petróleo e derivados.

De modo geral, os dados reportados vieram acima das expectativas. Na comparação com as projeções dos analistas consultados pela Infomoney - Banif, Ágora, Brascan, Santander, Unibanco, Credit Suisse e Merrill Lynch -, o resultado veio superior tanto para o lucro líquido quanto para as receitas, que demonstraram significativo avanço frente às estimativas publicadas.


Confira os principais indicadores do trimestre


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Tópicos em destaque do resultado

A geração operacional de caixa, medida pelo Ebitda, apresentou avanço de 26% na passagem do primeiro trimestre de 2007 para o mesmo período deste ano, atingindo R$ 13,87 bilhões.

A produção de óleo e LGN da Petrobras no País aumentou 2% em relação ao mesmo período de 2007.

Outro tópico de destaque é o crescimento do valor de mercado da companhia. Do primeiro quarto de 2007 para o de 2008, a evolução foi de expressivos 69%, impulsionados, de acordo com a empresa, pela descoberta de óleo e gás na fronteira exploratória de pré-sal e potencial de crescimento da produção.

O sistema Petrobras realizou investimentos no período 23% superiores ao montante verificado no primeiro trimestre de 2007. Ainda assim, o valor foi 31% menor que o investido no trimestre diretamente anterior.


Fonte: InfoMoney

Altos e baixos: grau de investimento e gasolina

O Brasil tem um governo de contrastes, em que convivem o novo e o velho. Por exemplo, o Ministério da Agricultura e o do Desenvolvimento Agrário, que atuam na mesma área, têm visões divergentes sobre direitos de propriedade.

Na área econômica, o Banco Central tem características de seus pares no mundo desenvolvido. Com o apoio de Lula, conduz uma política monetária responsável, que contribuiu decisivamente para a obtenção do grau de investimento. Simultaneamente, o Ministério da Fazenda se opõe à mesmíssima política, ainda que o negue.

O governo dá a entender que tais contrastes significam uma saudável divergência democrática. Dissensões internas são normais em qualquer governo, mas elas se resolvem quando uma parte convence a outra ou por firme arbitragem do chefe do governo. Tolerar discordâncias públicas é sinal de falta de comando.

Líderes de pulso não admitem desavenças que confundem a opinião pública. A primeira ministra britânica Margaret Thatcher agia prontamente nessas situações, livrando-se dos querelantes ou dos que à luz do dia disputavam idéias opostas.

Foi o caso do escândalo Westland (1986), fábrica britânica de helicópteros, então em crise. O ministro da Defesa, Michael Heseltine, queria uma solução européia, com sua integração a fabricantes britânicos, franceses e italianos. O ministro da Indústria e Comércio, Leon Britain, defendia a fusão com uma empresa americana. Os dois divergiram publicamente. Foram convidados a “renunciar”. No Brasil também vimos decisões semelhantes.

Lula tolera as divergências entre a Fazenda e o BC. Apóia ao mesmo tempo uma política monetária responsável, idéias sem sentido, como o fundo soberano, e práticas que já faziam parte da história, como ocorreu no recente aumento da gasolina.

Com a extinção dos monopólios da Petrobrás nos anos 1990 e a conseqüente liberação do mercado de petróleo e derivados, estabeleceu-se a livre concorrência na distribuição de gasolina, diesel e álcool. A Petrobrás seguia uma regra que equiparava os preços internos aos internacionais, enquanto os postos competiam entre si para oferecer o preço mais baixo e os melhores serviços ao consumidor.

A regra foi abandonada no atual governo, que manteve inalterados os preços desde 2005, mas recentemente se rendeu à realidade das cotações do petróleo e dos efeitos do congelamento nas finanças da Petrobrás. Estavam sendo prejudicados os acionistas privados e a capacidade de investimento da empresa. Foi uma boa notícia saber que o governo leva em conta os interesses dos investidores privados na empresa. Do contrário, teria prolongado o congelamento.

A má notícia veio com a forma como se deu o reajuste da gasolina. Voltou-se a um passado que se imaginava superado. Os primeiros sinais vieram das declarações do novo ministro de Minas e Energia: os preços da gasolina não constituíam uma questão técnica. Tradução: a decisão seria política.

De fato, o reajuste de 10% veio com a redução da alíquota da Cide, de modo a manter os preços da gasolina ao consumidor. Se havia folga na arrecadação, esta deveria ser utilizada para investir em infra-estrutura, elevar o superávit primário ou reduzir a carga tributária em geral. O governo preferiu subsidiar os proprietários de veículos e aumentar o preço do diesel (o combustível dos ônibus utilizados pelos pobres)
O subsídio aos preços da gasolina neutraliza os incentivos para que os consumidores ajustem naturalmente sua demanda à nova realidade. Comportar-se-ão como se nada tivesse acontecido no mercado de petróleo.

É difícil considerar esse arranjo “inteligente”, como disse Lula em seu último programa de rádio. Pior, o anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, de quem se deveria esperar resistência a esse tipo de medida.
O arranjo visou a evitar danos à popularidade de Lula e a prevenir maior austeridade na política monetária. Dois erros muito claros.

Enquanto isso, o ministro das Minas e Energia prometeu fiscalização para punir os postos que aumentassem os preços da gasolina. O presidente estimulou os consumidores a denunciarem aumentos. Se os preços são livres por lei, por que fazer tais ameaças?

O arranjo saiu no dia em que a Standard & Poor’s anunciava o grau de investimento para o Brasil. Haverá maior contraste?



Por: Mailson da Nóbrega é ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria Integrada. E-mail: mnobrega@tendencias.com.br

domingo, maio 11, 2008

Petrobras: analistas prevêem recuperação nos números trimestrais

A Petrobras (PETR3, PETR4) publica na segunda-feira (12), após o fechamento do mercado, o resultado do primeiro trimestre de 2008. A divulgação do balanço estava prevista para esta sexta-feira, mas acabou sendo adiada.

A expectativa dos analistas é de que a estatal apresente uma recuperação nos números tanto na comparação com o mesmo período do ano passado, quanto com o último trimestre do ano anterior. Confira as perspectivas.


Link para o video

Fonte: InfoMoney