Caramba... esses dias a banif esta foda !
Eh uma coisa pior que a outra, jah me basta o pau que deu na quara feira que perdemos o dia mais importante da bolsa em 5 anos... dai jah me veem hj nao funciona bem...
Liguei pra eles na quarta e pedi pra comprar vale... dai eles falaram q compraram, dai abro a custodia hoje e nao estava lah a vale... dai eu... entao foda-se, vo fazer uma compra pra position, já que na próxima semana estarei no traders e esquecer... e oq acontece, no final da tarde me aparece vale5 na custodia e movimenacao de venda em magg3 que tinha sido minha escolha pra position... algm esta de brincadeira cmg !
Que raiva...
Atualmente tenho conta na intra, banif e titulo/easyinvest... O unico motivo q ficava na banif era pelo BID, agora estou assinando o profit chart e nao qro mais usar essa budanga, vou mudar pra titulo e ser feliz...
Ou alguma outra diferente.. nao sei, andei pensando em bem em ir pra codep, lah tem um plano chamado codep conta fixa, sao 200 reais de corretagens fixas por mes no mercado a vista... entao pra dt, swing, eh otimo ! Isso equivale a 10 operacoes por mes na titulo ou 7 na banif.. em abril fechei com 17... realmente pode ser um bom negocio..
Ou tbm penso em ir pra Apregoa, 14 reais a ordem executada e da pra operar mini indice...
Aceito sugestoes e experiencias...
Abs a todos!
sexta-feira, maio 02, 2008
Banif
Postado por Lucas Cimino às 17:48 0 comentários
quinta-feira, maio 01, 2008
About Me
Lucas Cimino, 19 Anos
Investidor Autonomo
2º Ano de Administração
São Paulo - SP
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Postado por Lucas Cimino às 21:24 0 comentários
Líder no mês
A disparada de ontem fez com que a Bolsa de Valores de São Paulo tivesse seu melhor resultado mensal desde janeiro de 2006. Com alta de 11,32% registrada em abril, a Bolsa foi de longe a opção mais rentável no período. Os fundos de renda fixa, que seguem os juros, deram retorno médio de 0,95% no mês. Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) pagaram na média 0,88% no mês. A poupança rendeu 0,60%.
No acumulado do ano, a Bovespa também passou a ser destaque, com valorização acumulada de 6,23%. Na outra ponta, o dólar aparece com o pior retorno, com queda de 5,08% em abril e de 6,36% no ano.
Postado por Lucas Cimino às 14:21 0 comentários
E o Brazil, como vai?... Sei lá, né Zé?
Dia lindo, maravilhoso... quem comprou se deu bem... quem não comprou não ganhou nada, mas também não perdeu(somente oportunidades).
O dia foi tenso no maior período do dia. Todos esperaram relatórios, balanços, notícias e eis que> Tcharan. Brasil ganha o gráu de investimento, corte do júros de 0,25% e no final do dia, Brasil se torna notícia, se torna um alvo, se torna algo sério.
O rating do Brasil em moeda estrangeira passou a ser BBB- (antes era BB+), sendo assim, incluída no grupo classificado como grau de investimento.
Hoje, dia 30 de abril, a Standard & Poor's elevou a classificação de crédito SOBERANO em divisa estrangeira. Essa classificação é considerável estável para longo prazo. O Brasil é a 14ª nação a ter sua dívida denominada em divisas estrangeiras elevada à classificação de investimento. Mas afinal, o que se reflete isso?
Isso é fruto do amadurecimento das instituições, estrutura política, redução de carga fiscal (AONDE ISSO?) e da tal dívida externa, melhorando assim, as perspectivas de crescimento.
A S&P apresentou os seguintes pontos positivos do Brasil referente ao crédito:
Um histórico de continuidade política, em meio a transições de poder, sob um regime de metas inflacionárias e de câmbio flutuante;
Dívida externa líquida inferior a 10% das CAR; e
Um perfil de dívida governamental cada vez mais alinhado às dívidas soberanas com classificação baixa de investimento.
Os pontos fracos do crédito soberano são:
Uma grande dívida líquida e carga de juros, para o governo;
Inflexibilidade orçamentária em meio a gastos correntes altos; e
Obstáculos estruturais que mantêm o investimento e o crescimento abaixo dos de outras economias de mercado emergente.
Outro fator importante e fundamental para que o Brasil viesse receber tal "título", foi devido às instituições sérias e competentes que ajudaram a estabilizar a macroeconomia do Brasil.
Segundo a S&P:
O banco central operacionalmente independente do país -um ponto forte institucional para a avaliação de crédito soberano brasileira- deu início a um ciclo antecipatório de aperto da política monetária. Isso contrasta com a ausência de medidas políticas corretivas e com as pressões inflacionárias descontroladas em outros países com classificação inferior. A inflação mostrou tendência de alta no Brasil, não só pelas pressões mundiais sobre os preços dos alimentos e energia mas também devido à robusta demanda interna. Uma rápida redução no diferencial de produção ajudou a elevar a inflação anualizada a 4,7% em março de 2008, ante 4,5% em dezembro de 2007 e 3,1% em dezembro de 2006. A inflação nos preços ao consumidor foi projetada em cerca de 5% em 2008/9, dadas as medidas políticas proativas do banco central.
Os indicadores externos brasileiros, no passado uma séria deficiência de crédito, estão no geral alinhados aos países de classificação investimento baixa. O investimento estrangeiro direto, diversificado em termos de tamanho e destinação, é atraído para o Brasil devido à sua perspectiva de crescimento amadurecido. Depois de atingir o recorde de US$ 34,6 bilhões em 2007, ele mantém ritmo robusto em 2008 e deve bastar para cobrir o déficit de US$ 20 bilhões em conta corrente previsto para 2008.
A política fiscal e os indicadores são as maiores fraquezas de crédito do Brasil. A dívida líquida geral do governo equivalia a 47% do Produto Interno Bruto (PIB) --incluindo 7% do PIB em operações de recompra do banco central-- no final de 2007, e é superior à de muitos países classificados de maneira semelhante e à média de 20% do PIB dos países "BBB". Para atenuar essa pesada carga de dívidas, a Standard & Poor's espera que a política fiscal se mantenha compatível com um histórico de quase 10 anos no cumprimento das metas fiscais estabelecidas, e que o governo continue a melhorar a composição de sua dívida. Esses desfechos, somados a uma fundação mais firme para o crescimento, sustentam um declínio lento e modesto da carga de dívidas brasileira relativamente elevada.
A perspectiva estável pondera o alto endividamento do governo brasileiro, de um, lado, e perspectivas econômicas em amadurecimento e um baixo endividamento internacional, no pólo oposto. Uma melhora na situação de crédito pode derivar de um declínio mais pronunciado na dívida e desequilíbrio fiscal do governo. Medidas políticas para reduzir o nível e a rigidez dos atuais gastos do governo reforçariam a posição fiscal brasileira e facilitariam novos declínios nas taxas reais de juros, com implicações positivas para o crescimento e o investimento. A aprovação de reformas tributárias ou da previdência -que não é esperada pela Standard & Poor's no horizonte de tempo avaliado- seria um choque positivo para a confiança e contribuiria para uma posição de crédito ainda melhor. Por outro lado, se o compromisso deste ou de futuros governos para com políticas fiscais e monetárias pragmáticas se reduzir, se revezes políticos que prejudiquem o clima de investimento ocorrerem, ou se o governo não conseguir reagir adequadamente a choques imprevistos, pode haver pressão por uma redução na classificação.
Ou seja.. O Brasil só não está melhor, graças ao governo e suas dívidas... mas caso esse cenário venha ser alterado, Brasil se tornará uma referência mundial (eu acredito). Brasil teve sorte devido às empresas sérias do país e se não fosse por elas, estaríriamos passando por um momento super delicado...
Postado por Lucas Cimino às 03:33 0 comentários
Marcadores: grau de investimento
Reallity Show: Traders
Alguns videos:
http://br.youtube.com/watch?v=x4WEqisDUks
http://br.youtube.com/watch?v=DAmD_Jd6SoE
http://br.youtube.com/watch?v=ppxPCbJmjSw
http://www.idealtv.com.br/programas.php?programa=24
Postado por Lucas Cimino às 02:50 0 comentários
Marcadores: traders
Ações Destaques em 30/04
ALLL11 - 21,70 - +7,6%
BBAS3 - 28.90 - +9,6%
BBDC4 - 38.20 - +7,5%
BMEF3 - 16.60 - +18,3%
BOVH3 - 24.90 - +17,3%
BRAP4 - 49.65 - +9,4%
BTOW3 - 55.10 - +10,5%
CSAN3 - 29.90 - +15%
GFSA3 - 36.49 - +14,1%
ITSA4 - 10.98 - +9,6%
LREN3 - 39.20 - +13,9%
NATU3 - 19.40 - +8,7%
NETC4 - 22.88 - +8,8%
POSI3 - 21.80 - +9,5%
RDCD3 - 32.40 - +14,7%
RENT3 - 21.50 - +15,3%
USIM5 - 81.16 - +10,3%
VIVO4 - 12,10 - +9,0%
Postado por Lucas Cimino às 00:53 0 comentários
MAIORES ALTAS DESDE 1999
Postado por Lucas Cimino às 00:52 0 comentários
Marcadores: grau de investimento

