domingo, maio 04, 2008
IBOV + Elliot
Postado por Lucas Cimino às 22:48 0 comentários
Marcadores: ibov
CSNA3 - 120"
Respeitando a canal de alta claramente
Gatilho:
Rompimento da máxima do candle positivo que tocou a LTA - R$ 71,20
Neste valor tbm tem uma resistencia de 50% de fibo...
Objetivos:
1 - R$ 73,00 - Expanção de fibbo + topos anterioes
2 - R$ 73,70 - Expanção de fibbo
3 - R$ 74,50 - Expanção de fibbo
4 - R$ 76,00 - Topo Histórico
Postado por Lucas Cimino às 22:17 0 comentários
Marcadores: csna3
Semana carregada de inflação pode tomar fôlego do investment grade
Uma enxurrada de dados inflacionários no Brasil pode ofuscar o fôlego restante da boa surpresa que foi a chegada do grau de investimento antes do esperado. Em tempos de Copom (Comitê de Política Monetária) disposto a combater os focos de pressão sobre os preços com alta na Selic, é a agenda econômica que chama a atenção para a semana que começa.
Todas as sessões da segunda semana de maio contarão com índices de preços. Mas é na sexta-feira (9) que o dado mais aguardado será revelado: o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) relativo a abril. Por mais que já se espere dados pressionados, um número que fuja das projeções pode dar um "choque de realidade" e acalmar os ânimos dos investidores, diz Carlos Cintra, gerente de renda fixa do Banco Prosper.
A agenda econômica doméstica trará ainda uma série de números do setor produtivo, relacionados por Tomás Goulart, economista do Modal Asset Management, como complemento às referências que podem influenciar a política monetária brasileira.
Neste quesito a euforia com a chegada do investment grade não proporcionará qualquer alívio, já que a avaliação do País denotada pelas agências de risco tem influência praticamente nula sobre a trajetória da Selic.
Olho nas small caps
Uma das maiores dúvidas para a semana entre 5 e 9 de maio diz respeito à perpetuação dos favoráveis desdobramentos da elevação do rating brasileiro pela S&P. Goulart acredita que a precificação ainda não se deu por completo sobre determinados papéis, podendo ainda exercer alguma influência ao longo da semana.
Por sua vez, o gerente de renda fixa do Banco Prosper avalia que as small caps, duramente penalizadas pela crise subprime, podem reservar ganhos adicionais ao longo dos próximos pregões, por se beneficiarem do forte fluxo de capital esperado na Bovespa.
Já as maiores blue chips do mercado acionário brasileiro, entre elas Petrobras e Vale, estarão mais suscetíveis ao comportamento diário dos mercados, assim como à trajetória das commodoties nas praças internacionais.
Dólar segue em queda
É consenso no mercado que o esperado aumento de fluxo de investimento externo ao Brasil, oriundo da maior nota atribuída à dívida externa, terá como efeito imediato a pressão sobre o câmbio.
Assim, na leitura de Carlos Cintra, não há outro rumo à moeda brasileira na semana a não ser a continuidade da apreciação frente ao dólar norte-americano anteriormente já verificada.
Fonte: InfoMoney
Postado por Lucas Cimino às 21:28 0 comentários
Marcadores: noticias
Quando comprar; onde vender!
Não é um anúncio de serviços classificados, apenas uma chamada para o "esqueminha" que desenhei (e não é nenhuma novidade) sobre o movimento em zigue-zague que costuma acontecer nos índices e preços dos ativos negociados em bolsa de valores.
As linhas de suporte e resistência são pontos bem definidos onde, geralmente, ocorrem inversões da tendência. Tomando por base uma clássica congestão horizontal (TRADING BAND), também chamada de "caixote" ou BOX, fica claro nesta situação que o ideal é comprar nos suportes para vender nas resistências!
Quando o movimento é ascendente, a probabilidade maior é de um rompimento para cima, na medida que a lateralização de preços ocorre como um momento de inflexão de uma tendência pré-definida. Da mesma forma, quando em um ciclo de quedas acontece uma "parada técnica" também é possível que o movimento retorne sua trajetória natural para baixo, após congestionar durante algum período.
Os canais nada mais são do que linhas de S&R inclinadas, definidas pela tendência predominante.
Uma oportunidade muito interessante de entrada se dá quando ocorre uma inversão de polaridade (PULLBACK) depois da saída de uma congestão. Lembrando sempre que uma resistência só deve ser considerada definitivamente rompida depois que ela é testada como suporte (e vice-versa). Isto não é mandatório, principalmente quando em estamos em fundos ou topos históricos. Muitas vezes as cotações disparam ou precipitam sem oferecer chance de retorno.
Portanto, em uma resistência o mais recomendável é sempre apropriar parte dos ganhos (ou tudo?). Na pior das hipóteses, teremos outras sessões para recomprar, deixando de ganhar apenas em um pedaço da alta. Mas, ainda assim, isto é melhor do que devolver lucros para o mercado. Já na perda do suporte (onde devemos colocar um stop justo), a ocorrência de um pullback por baixo é sempre mais uma chance de saída honrosa para quem deixou de estabelecer limites. Sem esquecer dos "violinos"...
Bem, isto é apenas um aperitivo para lembrarmos do óbvio!
Boas tomadas de decisão e muito sucesso nos trades! ^v^
Fonte: Seagull Trading
Postado por Lucas Cimino às 01:20 0 comentários
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sábado, maio 03, 2008
Carteiras Recomendadas com o Investment Grade
Postado por Lucas Cimino às 19:16 0 comentários
Marcadores: carteiras recomendadas, grau de investimento
"Sell in May": conheça o ditado de Wall Street em que maio é mês de perdas
Existe um velho ditado em Wall Street chamado "sell in May and go away". À parte do trocadilho fonético, tal estratégia que recomenda a venda de ações no quinto mês do ano realmente existe, e de fato é adotada por muitos investidores norte-americanos.
O ditado encontra respaldo na crença de que, com a chegada do verão, que no Hemisfério Norte ocorre por volta do meio do ano, o volume de negócios nas principais bolsas norte-americanas cai em decorrência de muitos investidores aproveitarem a época para saírem de férias, inclusive do mercado de ações.
Outro fator que sustenta tal estratégia tem base no desempenho inferior das grandes companhias varejistas, uma vez que passadas as festas de final de ano, muitos norte-americanos aproveitam o verão para reequilibrarem suas finanças pessoais, diminuindo suas taxas de consumo.
Série de coincidências
No entanto, a crença de que o semestre compreendido entre os meses de maio e outubro é consideravelmente pior à renda variável do que o período entre novembro e abril é repelida por diversos analistas.
Entre os elementos que invalidariam tal estratégia estaria a adoção de um intervalo de tempo muito curto, que impede a formulação de pressupostos estatísticos verossímeis. Com isso, a queda mostrada pelas bolsas a partir de maio seria ocasionada por um conjunto de fatores temporais. Apenas uma série de coincidências.
De fato, nos dez últimos verões ocorridos no Hemisfério Norte, o índice de ações norte-americano S&P 500 teve um desempenho estável: em cinco deles, houve valorização, ao passo em que a outra metade significou ao benchmark um semestre de perdas.
Além disso, se maio fosse efetivamente um mês de queda, toda a teoria econômica pautada no conceito de expectativas racionais seria inócua. Se o investidor é racional e sabe que maio é um mês de perdas, vende suas ações já no final de abril. O comportamento seria seguido em nível agregado e as cotações atingiriam níveis muito baixos, impedindo quedas adicionais no quinto mês do ano.
Esqueça ditados; atente para os fatos
Nesse sentido, analistas acreditam que, mais do que olhar para um velho ditado que permanece quase que inerte em Wall Street, é necessário sim atentar para os eventos em destaque nos mercados, isto é, o crescimento econômico norte-americano, a aceleração inflacionária no país, o rumo da Fed Funds Rate, a obtenção do investment grade pelo Brasil.
Além das referências econômicas, é válido ficar de olho no noticiário corporativo, em evidência por conta da temporada de divulgação de resultados. E com empresas dos setores de tecnologia e energia dos EUA trazendo bons números aos investidores, maio pode surpreendentemente se revelar um mês promissor para o mercado bursátil dos EUA.
Postado por Lucas Cimino às 18:34 1 comentários





